Móveis de jardim

Jardins de design


Projetando jardins a partir do local: dimensões e exposição ao sol


Projetar jardins significa, antes de tudo, criar um espaço verde levando em consideração o orçamento disponível. A primeira coisa a fazer, no entanto, é identificar o local: não apenas a largura da superfície disponível (é claro que, quanto maior o espaço, mais variadas as soluções adotadas podem ser), mas também a presença de qualquer árvores ou edifícios nos arredores, que podem fazer sombra em determinados momentos ou ao longo do dia (e, portanto, a presença de plantas nesse ponto deve ser cuidadosamente considerada) ou criar uma espécie de funil para os ventos. Finalmente, a exposição deve ser calculada, tendo em mente que o melhor é sudoeste ou sul, pois garante um jardim ensolarado. Na presença de terrenos levemente inclinados, você não deve se preocupar (muito menos aqueles que planejam projetar jardins de pedra, que de fato preferem as encostas), a menos que a encosta seja muito acentuada: nesse caso, pode ser útil criar pedra seca, tijolo ou paredes de pedra e, eventualmente, fazer um aterro. O terreno será medido adequadamente, de modo a poder gerenciar o perímetro e o espaço interior da melhor maneira possível: por exemplo, confinar as plantas, em um pequeno jardim, a uma área periférica, para deixar o gramado livre no centro e dar a sensação de maior amplitude. Qualquer um que tenha que lidar com pequenos espaços, por outro lado, terá que usar muitas plantas trepadeiras: elas, crescendo verticalmente para cima, por um lado, ajudam a economizar espaço sem sacrificar a beleza das flores e folhas e, por outro lado, outros contribuem para aumentar a sensação de profundidade. Por outro lado, com um grande jardim, pode ser útil recorrer a bordas, ou seja, a delimitações (para canteiros, riachos, caminhos etc.) feitas com vegetação de acordo com diferentes técnicas e perfis. As bordas, as sebes, ou vasos simples, são usados ​​para manter o jardim em ordem, dividindo e delimitando, talvez até justapondo estilos diferentes entre si, para dar origem a efeitos particularmente sugestivos.

A importância de se adaptar ao ambiente circundante



Projetar jardins, por outro lado, também significa projetar espaços verdes capazes de se adaptar ao contexto, adaptando-se ao ambiente circundante de maneira equilibrada, proporcional e harmoniosa, sem causar choque visual. Além do componente vegetal, também é importante dedicar-se a acessórios, objetos e pisos: tudo o que não é a natureza, mas que serve para aproveitar melhor a natureza. Por exemplo, você não pode perder pelo menos um caminho que leva à entrada, uma calçada que evita molhar os pés quando chove. Portanto, será necessário escolher o material de construção: ladrilhos, cascalho, seixos, areia fina, asfalto, dependendo das necessidades e gostos pessoais. Obviamente, tanto o preço (a areia certamente custará menos que os ladrilhos) deve ser levado em consideração, mas também as pessoas que terão que frequentar o jardim (para as crianças a areia será mais divertida e segura, em comparação com o asfalto). Depois de pensar na localização de árvores e plantas, também considerando seu tamanho (não exageramos na imaginação, enfim, se tivermos que administrar um espaço pequeno: é improvável que uma conífera de oito metros de altura seja usada), você pode continuar semeando o gramado . As plantas podem ser cultivadas no solo ou em vasos, levando em consideração que o cultivo em vasos permite, é claro, abrigá-las em caso de precipitação violenta, mas ao mesmo tempo requer repotting frequente, especialmente para as espécies que tendem a se desenvolver um sistema raiz bastante imponente. No contexto do planejamento, é essencial lembrar aspectos ainda mais práticos: por exemplo, a necessidade de captação de água para a construção de sistemas de irrigação automática (indispensável para os gramados, considerando que eles devem ser banhados estritamente nas primeiras horas de manhã) e, eventualmente, tomadas elétricas, no caso em que se pretende realizar também um sistema de iluminação.

Projetando jardins: Focando em escolhas alternativas: o jardim minimalista e o jardim inglês



Vale lembrar, no entanto, que o design de um jardim não implica necessariamente a escolha de um jardim clássico, no sentido em que ultimamente "variações no tema" são cada vez mais difundidas. É o caso, por exemplo, do jardim minimalista, que pretende combinar verde (muitas vezes reduzido ao mínimo) com a linearidade, padrões rígidos e formas geométricas dos espaços arquitetônicos em que estão inseridos; mas, acima de tudo, o jardim inglês, conhecido desde o século XVIII, que, na sequência dos exemplos mais famosos (por exemplo, o jardim do Palácio Real de Caserta), também faz prosélitos em espaços privados, entre palácios e casas. É um jardim que inclui o uso de plantas e espécies vegetais ao lado de elementos naturais, como riachos, lagoas e pequenas cachoeiras: soluções, obviamente, só são possíveis para espaços suficientemente grandes e, sobretudo, para quem é capaz de garantir uma manutenção adequada, constante ao longo do tempo. Por outro lado, o aspecto econômico não deve ser subestimado.